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Construindo um novo caminho: Os imigrantes e a adaptação ao mercado de trabalho

  • Foto do escritor: Patricia Milagres
    Patricia Milagres
  • 26 de mai. de 2023
  • 2 min de leitura

Uma parte importante na decisão de mudar de país é a questão do trabalho.


Algumas profissões são privilegiadas nesse aspecto, porque estão em alta demanda no exterior, então, vários profissionais brasileiros têm sido contratados para continuar exercendo suas funções fora do Brasil. As áreas de frequente recrutamento de profissionais brasileiros são as de engenharia, tecnologia da informação, administração e finanças.

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Há profissões que embora haja demanda em outros países, o processo de adequação do diploma é muito burocrático, trabalhoso e demorado, podendo ser exigido que o profissional estude alguns anos em uma universidade do país e faça provas de órgãos regulatórios para que tenha seu exercício profissional autorizado. Esse é o caso de algumas profissões da área da saúde, educação e Direito, por exemplo.


Em muitos casos, brasileiros que decidem migrar acabam optando por trabalhar em empregos que não exijam uma qualificação específica e sem vínculo empregatício. É comum ver imigrantes trabalhando em bares, restaurantes, construção civil e limpeza, por exemplo.


Percebe-se uma necessidade do imigrante se reinventar diante do mercado de trabalho no exterior, seja iniciando uma nova formação acadêmica, aprendendo um novo ofício ou empreendendo.


A decisão de deixar para trás uma formação e ter que reformular esse aspecto da vida não é simples, pode gerar frustração, ansiedade, tristeza e raiva. Observamos que muitas vezes há um processo de luto devido à essa mudança na realidade do imigrante, um pesar que exige um processo de elaboração dessas emoções e ressignificação dessa experiência. Como todo processo de luto, leva tempo e é comum, por um período, não conseguir se ver em outra profissão ou mesmo se sentir infeliz fazendo outras atividades laborais. É fundamental nessa hora, acolher esses sentimentos e pensar no propósito dessa mudança de país, no porquê se mudou, com que objetivo, quais eram os ganhos almejados, o que fez a balança pesar para tomar essa decisão.


Claro que no meio do caminho você pode perceber que a atividade profissional tem uma relevância maior na sua vida e que você não quer abrir mão da sua formação inicial, e não há problema nisso. Aí será necessário trabalhar a ideia do retorno para o Brasil. Se voltar para o Brasil não é uma opção, então é preciso ver até onde você consegue flexibilizar. Talvez trabalhar em uma área ou função aproximada da qual você trabalhava antes seja uma opção.


Seja qual for a escolha, é muito desafiador lidar com essas mudanças. Se pensarmos que passamos entre 30 a 60 horas trabalhando por semana, em média, podemos concluir que o trabalho tem uma parte muito significativa em nossas vidas e de certa forma, ele faz parte de quem somos, por isso pode ser tão difícil mudar de profissão.

Mas com autoconhecimento, determinação, flexibilidade e visão de futuro, boas escolhas podem ser feitas e chegar até onde se deseja pode se tornar realidade.


E você, deixaria sua profissão no Brasil para se mudar para outro país? Toparia um emprego diferente para morar no país dos seus sonhos?

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